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quinta-feira, 21 de abril de 2011

O Teatro na Igreja e na Escola Bíblica II

Continuando, para desenvolver-se a criatividade em sala de aula, o professor não pode ou não deve agir como centralizador das ações. Agindo tão somente como orientador, juiz nas situações em que se fizer necessário e, ou proponente de atividade. Sendo preferencial que os alunos iniciem e desenvolvam os projetos pela prática.

Parece-me antagônico diante o pouco tempo que permanecemos com os alunos, permitimo-nos perder tempo com brinquedos, mas devemos ter sempre em mente a nossa prioridade inicial na vida dos pequeninos, que é conduzi-los a Jesus. Logo, ao sabermos que em seu dia-a-dia eles já estão entregues ao modelo tradicional de educação, é uma vantagem podermos priorizar o desenvolvimento criativo, estimulando a criatividade, utilizando o lúdico indiscriminadamente, tornando a EB uma atividade agradável da qual ele desejará participar, fazendo e reconhecendo o jogo (dramático) instrumento pelo qual a criança conhece o mundo, sendo também a atividade que lhe confere equilíbrio psíquico, e importante colaborador na formação da identidade do indivíduo. A criança, brincando, cria um mundo particular de fantasias, que em geral cabe mais um. Nesse papel de proponente, o professor/orientador, tem importante papel na apresentação de tarefas.

No que concerne às atividades dramáticas elas envolvem: jogos dramáticos, dramatizações, mímicas, improvisações, jograis, teatro de bonecos, teatro de mascaras, teatro de sombras, entre outras.


Os princípios do teatro na EB são básicos a todas as classes, estando entre estes princípios, o caráter participativo que se deseja imbuir na turma, assim sendo, os jovens ainda que sem talento devem ser estimulados a participar. Porém, devendo somente serem expostos a eventos extra-classe, se demonstrar habilidade específica, ou grande desejo de participar. Continua...

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