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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A Dízima Secular

Algum tempo atrás, li um artigo do colunista do Globo, Roberto Zentgraf*, intitulado Perfume de Mulher. No artigo ele se lamenta pelo pequeno investimento feito em presentes as suas namoradas ao longo do tempo. Parece que teve diversas. O lamento se dá por conta de que ao longo do tempo ele teve uma amante assídua que consumia muito mais dinheiro que os do mimo de todas as namoradas, e ele faz contas. Um gasto de R$ 100,00 anuais com presentes e mimos nos dias dos namorados, ao longo de 35 anos viraram R$ 61 mil, resultado de uma aplicação com taxa anual de 13,5%, descontada a inflação.

Já sua amante, no mesmo período de dita convivência, bem, se esta amante tivesse os gastos anuais feito com elas aplicados as mesmas taxas, teria lhe consumido R$ 899 mil. Ou seja, uma amante perdulária. Falando por baixo. Ele diz: “literalmente, queimei dinheiro”. Sim, falava ele do cigarro. Que consumido somente um maço por dia, lança para dentro dos pulmões nicotina de 7300; cigarros anualmente. A um custo médio de R$ 4,00 por maço gera um gasto de R$ 1.460 anualmente.

Roberto, tem o hábito de dizer: “nem sempre o problema financeiro é conseqüência dos grandes erros; pequenos erros como o meu, repetidos por muito tempo, acabam tomando grandes proporções”

Fora isso, ou seja, o desperdício de dinheiro, há o gasto de saúde. Sabemos todo o mal que o fumo causa. Apesar de seus defensores tratarem tal assunto como mito. Ao menos aos olhos dos fumantes, fumar não faz mal a saúde. Assim como o álcool não causa dependência. Assim sendo, não compreendo como tenho em minha família, pessoas que em uma reunião familiar, antes mesmo de entrar na casa da mãe cristã, encosta o umbigo na barraca, sabedor que naquela casa a geladinha não entra.

Uma geladinha custa em média a R$ 2,00, sabendo que no domingo a base é uma caixa, ou seja 24, o gasto mínimo por mês com as geladinhas é de R$ 192,00 ou R$ 2.496,00 anualmente.

Todo este exercício numérico me fez pensar em outros números, que consomem a contas gotas nosso numerário. Jornais diário com notícias repetidas ou sem conteúdo como aqueles que torcemos e sai sangue de R$ 0,50 ao fim de um mês são R$ 15,00.

Há sempre um vazamento saindo um dinheiro precioso. Pequenos erros perpetuados tomam grandes proporções.

É aceitável secularmente darmos dízimo e grandes ofertas ao senhor deste mundo. Quando consumismo álcool em demasia, estamos gastando muito mais do que o dinheiro gasto na bebida em si. Principalmente quando chegamos à dependência. Estamos gastando nosso relacionamento em família e também as conseqüências que este álcool traz ao nosso corpo.

Igualmente quando consumismo drogas (nicotina inclusive), estamos gastando muito mais do que o valor daquela droga em si. São gastos relacionamentos, dinheiro para tratamento anti-droga quando chegamos a conclusão que somos dependentes daquele vício e precisamos de ajuda, dinheiro para remédios para restabelecer ou minimizar os males provocados pelo vício. Ou seja, está oferta dada ao presente século, em nome de prazeres momentâneos, momentos de alegria, liberdade, status social, etc., é muito maior do que aquele requerido por Deus, que te livrou de todos estes gastos futuros.

Pergunto então, porquê temos tanta dificuldade em dizimarmos voluntariamente, quando anteriormente alegremente comprávamos aquilo que não era pão, e tirávamos momentos de saudável prazer e lazer de nossos familiares para darmos ao álcool a nicotina e outras senhoras que nos consumiam. O dízimo secular é maior que 10% e o entregamos alegremente. Superiormente alegres deveríamos entregar 10% ao Senhor.



*Roberto Zengraf in O globo, 15 de junho de 2009

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