Bem Vindo

Somos missionários da Igreja Cristã de Nova Vida

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Um dia difícil no Quilombo

Foi uma entrada difícil. A missão inicial era chegar até o vão do moleque, Wellington, meu companheiro nessa viagem, também desejava visitar o quilombola Osaldo na região do tinguizal 1, não era exatamente caminho, mas, só nos desviaria no máximo duas horas da rota. Seria uma viagem de duração de no mínimo uma semana. E, como fazia tempo que não víamos Osaldo, e como não desejava caminhar só esta semana de pesquisa de rota, aceitei esse desvio. Mas, o pensamento que me veio à cabeça quando deitei a cabeça sobre o travesseiro somente quarenta e oito horas após ter saído foi; “Como é bom ter um teto sobre a cabeça. Como é bom ter um lugar para pousar a rede”.
Havia saído de casa, já com o coração receoso por saber que a canoa que usaríamos para atravessar o rio Paranã, havia virado no dia anterior. Ao chegar à localidade chamada funil, encontrei com Aleixo, quilombola da região da Contenda que se ofereceu a atravessar-nos, eu e o missionário Wellington, para o outro lado do rio. Caminhamos uma hora além do ponto onde deixamos a moto para chegar ao local onde estava a canoa. O fato de estarmos de moto, nos economizou umas quatro horas de caminhada. Era o que normalmente eu gastava, para percorrer do ponto de ônibus até aquele local. Quando lá chegamos ouvimos os gritos de um quilombola que estava preso em uma pedra com a canoa virada no rio. Fiquei apreensivo em saber que os próximos a enfrentar o rio seriamos nós. O que fizemos após Aleixo ter socorrido o amigo.
A travessia foi feita de um a um, (…), os pouco mais de cem metros foram vencidos em intermináveis minutos na força da oração e em vigorosas remadas. Deixei minha mochila, assim que entrei na canoa, a uma distância que não poderia alcança-la caso ela virasse e assim não caísse na tentação de tentar salvá-la.
Infelizmente, pouco depois de vivermos a angustia que foi a travessia do rio, Welington machucou um dos pés. Nesse momento soube que nossa viagem havia terminado. Afinal, era o primeiro dia de sete. Consegui uma vara para que ele usa-se como apoio, ao caminhar e seguimos em frente, pois àquela hora do dia, não poderíamos fazer outra coisa, senão chegar ao nosso primeiro objetivo da viagem, que era a localidade chamada riachão. O que fizemos em aproximadamente três horas de caminhada, das quais metade dela sob a chuva e dentro de mata fechada.
A casa de Dona Procópia, nosso objetivo, levou-me ao filme Joe e as baratas, não por haver alguma coisa de cidade grande nela, e sim pelas baratas, que faziam uma procissão calmamente sobre a mesa, como se fizessem parte da família. O animalzinho de estimação. O café foi servido em xícaras esmaltadas, ou quase, que logo depois de colocadas sobre a mesa, as baratas cuidavam de sorver a sobra.
Dona Procópia, preparou uma das corvinas que haviamos adquido a beira do rio. Comemos peixe com quiabo, feito a parte, e o tradicional arroz sem tempero algum. A única coisa que desagradou um pouco na refeição foi o fato do missionário Welington ter me confessado a visão de uma barata caminhando sobre o arroz quando foi se servir. Digo isto, porque, o que os olhos não veem, o estômago não sente.
Dormimos do lado de fora da casa e no outro dia fomos visitar uma família amiga na região do Tinguizal, à uma hora de caminhada. Após a visita começamos nossa jornada de regresso, já que Welington estava com um dos pés ferido desde o dia anterior e confessou não ter condições de seguir adiante. O caminho de volta nos trouxe a emoção de conhecer novas trilhas. Acho que já disse que o que eles chamam de estrada, muitas vezes não é nem trilha, e o que eles chamam de trilha não sei bem o que é.
Na travessia da Contenda para o Lucio, entendi como se sente uma tartaruga quando é colocada de cabeça para baixo. Caí entre duas pedras e fiquei preso de pernas para o ar, esforçando-me inutilmente para me levantar, até que o Welington manquejando, transpusesse a pequena distância que nos separava para me socorrer. E lá estava eu, olhando para o alto. Minha mochila possuía uma armação de alumínio e o espaço entre as pedras, era o exato para aprisionar-me. Como consegui cair de costas, não me pergunte. Sei que havia resolvido passar pelas pedras por parecer um caminha mais limpo, enquanto Welington passava um pouco mais abaixo. Só que em algum momento tive que saltar de uma pedra a outra, e a umidade fez o resto do trabalho. O resultado da queda foram dois pequenos cortes na mão, uma pancada forte na perna e na costela, a sensação de tartaruga de barriga para cima, e agora ambos mancando, ele mais do que eu.
A travessia de volta do rio, foi feita de uma só vez. A canoa de Agripino maior do que a de Aleixo. Depois da travessia só restava subir na moto e voltar para casa. Teria sido ótimo se fosse simples assim, antes de chegarmos em casa ainda no quilombo teríamos uma queda da moto,ao chegarmos na estrada um dos pneus furou, como seria difícil conseguir carona para dois e uma moto, principalmente a noite, decidimos que eu voltaria a cidade para buscar a ajuda necessária. Tendo conseguido a carona em um caminhão, ao chegar a cidade, ao pular da carroceria deste, caí com o pé já machucado, dentro de um buraco, o que provocou uma lesão no tornozelo.
Ainda assim, graças ao bom Deus, rapidamente consegui o resgate para buscar o missionário Welington. Restou-nos apenas esperar as feridas se curarem para continuarmos nossa peregrinação pelo quilombo. Aprendi nessa última viagem, muitas palavras novas. E reconheço a necessidade cada vez maior de um colete salva-vidas. De fato, eu temo o Paranã. Também creio ser possível chegar ao Moleque em apenas três dias de caminhada. Foi incrível, ter chegado até o riachão apenas em um dia de viagem. Nunca havíamos feito isso anteriormente. A questão é que para encurtarmos o caminho, temos que sair da estrada e nos aventurarmos pelas trilhas. Que o Senhor nos ajude.
Natan e Simone.









terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Miscelâneas

"A piedade é um estudo vitalício, pois ninguém se forma na escola de Cristo deste lado do céu.

[...]

O crescimento na santidade não é uma ação que fica no passado, mas uma busca que permanece durante toda a vida, uma busca que exige uma determinação diária de viver de acordo com as verdades ensinadas nas Escrituras."

Steven J. Lawson
in: As firmes Resoluções de Jonathan Edwards. (Ed. Fiel)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Rio

 

Rio é sempre assim
Qualquer chuva um tormento
Um sofrimento
Um morro descendo
e a Av. Presidente Vargas intrafegável.

Rio é sempre assim
Qualquer chuva um tormento
Um sofrimento
Um morro descendo
e a Av. Brasil intrafegável.

Rio é sempre assim
Qualquer chuva um tormento
Um sofrimento
A rocinha descendo
E a Av. Maracanã intrafegável.

Rio é sempre assim
Qualquer chuva um tormento
Um sofrimento
Um morro descendo
E a rua Jardim botânico intrafegável

Rio é sempre assim ...

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Medíocres


Nós até podemos viver uma vida cristã medíocre e sermos salvos. 

Quero dizer com isso que há pessoas que pensam estar vivendo de acordo com a vontade de 'eus, mas vivem  suas vidas do jeito que bem querem em sua religiosidade. Só que não é vivendo religiosidade que vivemos de acordo com a vontade de  'eus. em verdade, nós dependemos de 'eus para viver.

É como o ar. Há pessoas que pensam que tem ar. É tão natural respirar que elas pensam que tem ar em si mesma. Se esquecem de que precisam respirar para viver. Mas faça o experimento. Prenda uma ancora ao tornozelo, se lance na piscina e tente respirar. Você prenderá a respiração, por quanto tempo? Um minuto, dois, os atletas três. E, desesperado tentará respirar. Nós não temos ar, nós respiramos o ar.

Nós não vivemos fora de  'eus. Nós dependemos de 'eus. “pois nele vivemos, nos movemos e existimos”. Conforme nós diz Paulo em atos 14:17. Mas, chegará o momento em que aqueles que pensam viverem de acordo com a vontade de  'eus em suas vidas, vivendo como bem querem, perderão o fôlego de vida, e quando buscarem o oxigênio da vida eterna, vão perceber que estão com uma âncora, presa ao tornozelo e dentro da piscina do pecado de seu auto engano.

quarta-feira, 25 de março de 2020

Contágio – Nada se espalha como o medo


O filme de 2011 – Contágio – nada se Espalha Como o Medo, tem o mesmo enredo da pandemia que estamos vivendo nos dias atuais (março de 2019). Um vírus que transmite uma espécie de gripe que se espalha rapidamente e causa além de muitas mortes um caos social. A sorte é que a filme se encerra em pouco menos de duas horas. Durasse mais a paranóia se estenderia para fora das telas.
Tenho por certo que o medo que a mídia está propagando e que está sendo comprada por governantes municipais e estaduais, gerará mais mortes do que a própria “gripe”, causada pelo corona. O medo se espalha muito mais rápido do que o vírus em si.
A persistir a quarentena por um período superior aos 15 dias necessários para que o corona se manifeste naqueles que estão contaminados, o mal econômico e social gerado pelos próprios governantes matará muito mais do que o vírus em si.
Ouçam o que eu digo. Prestem atenção ao aumento de numero de suicídios, isso além do desemprego, e da fome. Pessoas que foram impedidas de dar continuidade correta a um tratamento médico, interrompido por causa do corona também irão vir a óbito ou ter ampliada a sua já frágil saúde.
Todos sabem que vão se encontrar com a morte. Para isso basta estar vivo. Mas para falar de uma forma mais pomposa “o risco de acontecer algo ruim com qualquer um de nós em qualquer dia da nossa vida nunca é zero.” (David Katz – Médico).
Quinze dias bastam. Afinal, se eu não morrer de corona, morrerei de outro mal qualquer, ou bala perdida. Então vivamos. Lavemos as mãos e vamos à rua, a escola, ao trabalho, a igreja, ao cinema, aos amigos.
Deixem os governantes covardes. Quinze dias bastam. Porque serão os pobres que vão pagar com seus empregos, a classe média com suas vidas. Anotem o aumento da depressão e do suicídio, caso a quarentena perdure.

Natanael Dias

quarta-feira, 3 de julho de 2019

IX Marcas de Uma igreja Saudável


Nove Marcas de uma Igreja SaudávelEsse livro apresenta de forma densa o quê Mark Dever sintetiza em O Que é Uma Igreja Saudável, livro que é apenas um terço deste.
Aqui ele encontra espaço para discorrer com mais profundidade sobre esses pontos chamando os capítulos de marca. Assim o capítulo um é a marca 1,  a qual ele diz ser a pregação expositiva. Pelo que vi no curso ministrado por ele sobre o tema, parece-me inviável executar tal pregação sem que o façamos em série. Parece-me que em geral uma única pregação não ser o suficiente para expor um livro ou capítulo da bíblia a maneira que a pregação expositiva pede.

Também são marca uma teologia bíblica, um entendimento bíblico das boas novas, assim como da conversão. Segue-se com a evangelização e a membresia sem deixar de fora a questão da disciplina bíblica, e o discipulado.

Possui um rico apêndice com assuntos correlatos e indicações de obras com temas similares. A preocupação pelo desenvolvimento de uma liderança bíblica na igreja é patente.

Para os pastores que desejam ser cristocêntricos torna-se leitura obrigatória.
Sinopse:
O que constitui uma igreja saudável? Uma grande congregação? Estacionamento suficiente? Música vibrante? 

Talvez você já leu obras sobre este assunto - mas não como esta. Nove Marcas de uma Igreja Saudável não é um manual de instrução para o crescimento de igrejas. É a recomendação de um pastor a respeito de como avaliar a saúde de sua igreja, usando nove qualidades negligenciadas por muitas das igrejas contemporâneas. Quer você seja líder, quer seja um membro envolvido no ministério de sua igreja, você pode cultivar essas qualidades em sua igreja, trazendo-lhe vida e nova saúde, para a glória de Deus.


segunda-feira, 24 de junho de 2019

O Evangelho e a Diversidade das Culturas


Evangelho e a diversidade das culturas, O 
Por sua formação e seu serviço, nosso irmão Paul G. Hiebert, nos empresta uma ferramenta fundamental para análise da cultura alvo, assim como a nós mesmos na função de servos em contato com uma nova cultura. por isso mesmo esse livro  se mostra indispensável a todo ocidental candidato a missionário transcultural.


"Os comunicadores transculturais do evangelho precisam conhecer a si mesmos e os receptores da mensagem em seu ambiente cultural e histórico. Disso depende o êxito na comunicação.

Este livro apresenta quatro divisões bem definidas: o evangelho e as culturas humanas, as diferenças culturais e o missionário, as diferenças culturais e a mensagem e as diferenças culturais e a comunidade bicultural."





domingo, 16 de junho de 2019

o poder se aperfeiçoa na fraqueza


“(...) o poder se aperfeiçoa na fraqueza.” 2CO 12:9
Tenho entendido em meio as dores e sofrimento que estamos passando que a maneira como passamos por essas dores, também glorifica a Cristo e serve de instrumento de evangelização, ao menos como testemunho.  Aquela paz prometida por Cristo é possível mesmo em meio a lutas. 
Orem por:
  •  Simone. (com diversos problemas de saúde que lhe trazem dores e a debilita)
  •  Nossa filha Sarah  em tratamento da saúde no Rio de Janeiro.
  • Sophia tem nos auxiliado, na escola bíblica e no louvor.
A igreja está  dentro do cronograma de leitura bíblica em um ano. Estamos seguindo a ordem da bíblia judaica. 
Louve ao Senhor:
A igreja já está com o notebook funcionando.
Grande abraço.
Natanael, Simone, Sophia Hanna
Minha conta Bradesco: Ag: 0876-4 C.C 2264-0 - / Minha conta CEF: Ag – 0225 - Op: 013 -Cont: 21409-0 – Natanael Dias de Carvalho

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Libertando o ministério da Síndrome do Sucesso


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Libertando o ministério da síndrome do sucesso, coleciona diversos conselhos uteis e práticos para o ministério. As advertências bem podem ser usadas para formar uma vara de medir.

É uma grande colaboração ao ministério.


Sinopse: A cada ano, milhares de servos de Deus abandonam o ministério convencidos de que falharam. Anos atrás, em meio a uma crise de fé, Kent Hughes quase se tornou um deles. Mas ao invés disso, ele, junto com sua esposa Barbara, se voltaram para a Palavra de Deus, determinados a aprender o que Ele tinha a dizer sobre o sucesso e a avaliar seu ministério a partir do ponto de vista bíblico. Este livro é fruto da sua caminhada e libertação da “síndrome do sucesso”. Nele, os autores ensinam que o verdadeiro sucesso ministerial não está nos números, mas em várias áreas chave: fidelidade, serviço, amor, crença, oração, santidade e uma atitude semelhante a Cristo. Suas palavras trarão encorajamento e renovo por meio de um profundo e pleno entendimento do que o verdadeiro sucesso no ministério.

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Eu Sou Chamado?


Eu Sou Chamado?Este livro é de grande auxilio ao candidato a pastor. Ele não só busca definir o chamado, como diagnosticar e aconselhar o candidato enquanto espera a confirmação do mesmo.

veja o review do livro em: https://www.youtube.com/watch?v=U43LWba4HXI

Sinopse oficial: Eu Sou Chamado? é um livro prático e bastante útil para o desafio da chamada de Deus para o ministério pastoral. Com mais de 26 anos de experiência, Dave Harvey orienta o leitor a discernir se é realmente chamado para o ministério cristão e quais as qualificações bíblicas necessárias para o pastorado. Através de perguntas claras e respostas sinceras, Harvey aborda o tema da vocação de forma esclarecedora.

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Ministrando Como o Mestre


Simplesmente empolgante. Principalmente o primeiro capítulo onde Olyott descortina o método do grande mestre.
Ele diz que o método de Jesus é triplo, quais sejam: “Explicar, ilustrar, aplicar”, sendo essa a maneira divina de ensinar verbalmente.

Resultado de imagem para ministrando como o mestrePartindo desse triplo alicerce ele esmiuça a maneira de ensinar de Jesus. Na coluna explicação ele diz que Cristo usava palavras comuns, abundancia de frases curtas; perguntas que não requeriam respostas oral; repetição; contrastes; uso frequente da voz ativa. Depois de explorar os outros itens, ilustração e aplicação, ele nos diz no capítulo 2 que o nosso Senhor era um pregador evangelista. Para ele Jesus era um evangelista que apontava o dedo para as pessoas, para pecados e em direção ao dia do julgamento.

Encerrando ele nos diz que nosso Senhor não era apenas um pregador, pois ele se identificou com os pecadores, ele experimentou tentações, mantinha uma vida secreta de oração, entre outras coisas.

Esse pequeno livro é de grande inspiração ao pregador desejoso de parecer um pouco mais com o mestre.

terça-feira, 4 de junho de 2019

A verdadeira vitória do Cristão.


Resultado de imagem para a verdadeira vitória do cristãoO que a bíblia afirma e o que os homens inventam sobre o triunfo que Deus promete a cada um de nós. Este é o mote desse livro em sua briga contra a teologia do que podemos chamar seita da prosperidade.

Os púlpitos deveriam estar mais impregnados destas verdades. Livro básico na formação de crentes sinceros e verdadeiros.

"A verdadeira vitória do cristão é um livro indispensável para quem quer ter uma vida de vitória plena e bíblica em Cristo e para os que pregam e ensinam a Palavra de Deus. A mensagem que esta obra traz é clara, nos apruma, nos consola e nos chama para viver uma fé verdadeira e operante. É um livro que chega tarde para muitos, mas que, graças a Deus, enfim chegou. Eu o recomendo a todos, sem exceção. Recomendo-o principalmente àqueles que choram e se perguntam se Deus realmente está cuidando deles. Também será uma excelente leitura para quem está consternado por achar que vive abaixo da ideal. Os pastores, pregadores e mestres precisam obrigatoriamente ler este livro e refletir, para que certos males, já disseminados por muitos de nós, não continuem a ser perpetrados. A Verdadeira vitória do Cristão é um autêntico “salva-vidas”  para quem se vê isolado na comunhão dos santos por se achar distante das bênçãos de Deus. Ou, se o leitor sofre em segredo e vergonha, sentindo-se um fracassado e longe das promessas do Senhor, esta obra mostra aos supostos cristãos “derrotados” que, segundo a Bíblia, eles são mais do que vencedores."

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Como Ganhar mais com o seu dinheiro



Resultado de imagem para como ganhar mais com o seu dinheiroMauro começa opor uma citação livre da bíblia: “Quem não sabe administrar pouco, não vai saber administrar muito”.
Os conselhos seguem página após página no modelo pergunta e resposta.
Em verdade o livro é uma coletânea de artigos anteriormente escritos no jornal O Globo e comentários realizados no programa CBN Dinheiro.

São conselhos uteis. Pena que alguns deles é necessário um como fazer, que não consta.

Um livro necessário para quem quer um norte para começar a investir e, a parte da economia pessoal um auxílio para quem quer sair das dívidas.

"A partir do hoje consagrado formato "pergunta e resposta", Halfeld faz de seus artigos impressos e de seus boletins radiofônicos um porto seguro para todos aqueles que precisam de um aconselhamento financeiro confiável, mas não têm a quem recorrer. Em Como ganhar mais com seu dinheiro, lançamento da Globo Livros, Halfeld reúne uma série de seus mais recentes comentários emitidos pelo rádio e que ajudaram muita gente a pôr ordem na economia doméstica, a aplicar recursos de maneira mais rentável ou a entender como administrar o dinheiro para concretizar um sonho. 
Aposentadoria, imóveis, fundos de ações e investimentos pessoais são assuntos que Halfeld aborda no livro com a desenvoltura de quem alia repertório teórico – o autor tem pós-doutorado pelo MIT – com o jeito de falar fácil, fluido e articulado que contribuiu para os pequenos investidores brasileiros ficarem íntimos de aplicações mais sofisticadas (como o mercado de ações) ou pouco divulgadas (como o Tesouro Direto)."